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sexta-feira, 30 de abril de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

Convite


Visitem o blog do Paulinho.
Vocês irão conhecer uma pessoa de fibra...que não se detém diante das dificuldades.
Paulinho é dez - e a Marciah ( sua esposa) é simplesmente maravilhosa.
Sei que não existe inveja boa...mas estou com uma inveja boa dos dois.
Casal lindo e apaixonante, com uma história de vida cheia de superação e força de vontade - vontade de viver - viver da melhor forma possível - viver do jeito que a vida permite viver.
Beijos Paulinho...beijos Marciah!!!!
Blog: revivendoereaprendendo.blogspot.com

sábado, 24 de abril de 2010

Meninas...fiquem loucas!!!!!


Chega ao Brasil em maio a primeira loja de amostras grátis do País - o Clube da Amostra Grátis - na cidade de São Paulo.
É preciso fazer um cadastro pela Internet e depois de aprovado e usar o produto é necessário responder um questionário...fichinha né?
Maiores informações: www.istoé.com.br - "pode vir que é de graça".

Olha que estilo!!!!



Achei esse cantinho muito estiloso. Apesar da estranha mistura de estampas e cores, há harmonia entre elas e ficou uma graça.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Choveu!!!!


E eu senti nos ossos...literalmente.
Em 2006, uns 15 dias depois de assumir a coordenação da escola onde eu dava aulas, sofri um sério acidente de carro. Estavamos indo trabalhar, e isso era mais ou menos umas 6h40, quando um babaca não fez o trevo e entrou direto no carro onde estavamos.
Eu nunca ia no banco do carona...sempre gostei de ir no banco traseiro...aquele dia, troquei com a Glaucia. Fiquei bastante machucada, devo ter batido muito a cabeça no asafalto, pois meu cabelo foi todinho "mastigado", quebrei a clavícula, e arrebentei a cara todinha - minha amiga Cristina não esquece até hoje o susto que ela tomou quando foi me visitar - levei uns 20 dias para me recuperar. O ortopedista deu 45 dias de atestado, fiquei em casa só os 20...briguei com ele - ameacei lavar roupa e passar pano no chão se ele não me deixasse voltar ao trabalho - quem venceu? Só que eu me recusei a fazer fisioterapia e até hoje sinto dores quando o tempo muda para chuva...meus ossos não falham - hoje choveu - e eu estou muto feliz - vou poder respirar sem poeira - pelo menos por um belo par de dias.
Em tempo: o babaca que provocou o acidente está preso até hoje. Nossa como ela é importante...não!...infelizmente não. O carro estava cheio de armas e drogas. Costumo dizer que sou uma brava defensora da justiça, uma caçadora de criminosos...mas precisava parar o carro do bandido com a cara?

Aaaiiii!!! Olha que fofo!!!!

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Dia do Planeta

22/04/2010 - 06h24
No Dia do Planeta Terra, veja 10 dicas para ser um fashionista ecológico
Da Redação
Para celebrar o Dia do Planeta Terra, comemorado nesta quinta-feira (22), UOL Estilo reuniu dez dicas para você se tornar um fashionista ecológico.

Dia do Planeta Terra é celebrado nesta quinta (22/4)
Não é necessário deixar as tendências e o bom gosto de lado para colaborar com o futuro do planeta, é só investir em moda sustentável e escolher suas roupas conscientemente.

Veja abaixo as 10 dicas para se tornar um fashionista ecológico.

1ª) Garimpe as tendências nos brechós. Com o vai-e-vem da moda, você facilmente encontra em meio a peças vintage opções bastante atuais. Outro ponto positivo: o preço.

2ª) Doe roupas. Abra espaço no seu guarda-roupa para novas peças, desfazendo-se das antigas que você não usa mais. A aproximação do inverno faz com que esta ação fique ainda mais legal.

3ª) Promova bazares entre os amigos e familiares, para o troca-troca de roupas. Quem sabe aquela saia lápis de cintura alta que você queria não está há anos encostada no armário da sua tia? Ou o blazer boyfriend que você procurava não está jogado numa pilha esquecida pelo irmão mais velho do seu melhor amigo?

4ª) Preste atenção para quem você está dando o seu dinheiro. Escolha comprar roupas de marcas que tenham preocupação com o meio ambiente

5ª) Observe as etiquetas de composição das peças. Escolha aquelas que utilizam tecidos orgânicos e ecológicos

6ª) Deixe a pele animal de lado. Invista em peças em couro vegetal

7ª) Em vez de comprar novas roupas, customize as que já tem. Transforme a calça jeans em shortinhos da moda, borde pedrarias em sua camiseta, detalhe a jaqueta preta com tachas, coloque correntes na sua regata.

8ª) Lave menos suas roupas. É claro que isso não significa virar o “Cascão da moda”. Mas, se você colocou uma jaqueta para o trajeto até o trabalho ou vestiu uma calça jeans apenas para ficar em casa de manhã, muitas vezes a peça não sujou e pode ser usada novamente sem comprometer a sua boa higiene. Assim, você desgasta menos a roupa e economiza água. Quando precisar levar as peças a uma lavanderia, opte por aquelas ambientalmente responsáveis, que possuam programas de reutilização de água, por exemplo.

9ª) Troque as sacolas plásticas e de papelão das lojas pelas de pano.

10ª) Inclua as embalagens e sacolas das roupas que ganhou no lixo reciclável. Se seu condomínio, trabalho ou escola não possuírem um sistema de coleta seletiva, peça aos responsáveis!

Uol - estilo-moda 22/04/2010

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Boa noite...lindos sonhos!!

Me apaixonei...


Adorei esse site: Feed Your Soul.
Cada gravura linda para imprimir...e de graça!!!! Agora sim minha casinha vai ficar legal. É só ter uma moldurinha legal e mãos à obra.
Descobri esse site no Banana Craft.

Sem explicação!!!

Por que só Tiradentes foi enforcado?


por Sílvio Anaz


Mestiço, pobre, falastrão, com o perfil adequado a bode expiatório, Tiradentes foi o único dos inconfidentes condenado e executado. Por ordem de D. Maria I, rainha de Portugal, ele foi enforcado e esquartejado em praça pública, em 21 de abril de 1792, para inibir qualquer novo levante contra a Coroa Portuguesa. Já os principais mentores da Inconfidência Mineira, membros das castas mais altas da época, acabaram morrendo na prisão ou exilados na África. Como o levante fracassou, Tiradentes virou líder e mártir. Caso tivesse dado certo, ele provavelmente não ficaria com as principais benesses do novo regime, conforme comentou Machado de Assis em crônica publicada na comemoração dos cem anos da tentativa de insurreição.

A Inconfidência ou Conjuração Mineira é uma das mais controversas histórias brasileiras. Primeiro, porque não restaram muitas informações e documentos a respeito de seus participantes, além dos relatos oficiais produzidos pelos juízes do governo colonial. Em segundo, porque as versões apaixonadas feitas por monarquistas e republicanos nos anos seguintes aos fatos comprometeram uma visão isenta sobre o que realmente aconteceu. O que no final ficou para os discursos oficiais e para as aulas nas escolas foram uma imagem sacralizada de Tiradentes como mártir e a idéia de que o movimento foi precursor da independência do Brasil.

Nas últimas décadas, os historiadores têm se debruçado sobre a trama para construir uma imagem menos apaixonada politicamente e mais científica do movimento e do próprio Tiradentes. Ainda assim, o que reside no imaginário popular é uma história carregada de elementos que remetem o sofrimento do alferes Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, ao martírio cristão: um humilde que se sacrifica para salvar outros “pecadores”, a presença de um “Judas”, um traidor entre eles e até mesmo uma duvidosa semelhança da imagem do alferes com a de Jesus.

Segundo os Autos da Devassa da Inconfidência Mineira e a carta denúncia enviada pelo traidor Joaquim Silvério dos Reis ao governador Visconde de Barbacena, a liderança da insurreição era do desembargador Tomás Antonio Gonzaga. Outras figuras da elite das Minas Gerais, como o coronel Inácio José de Alvarenga Peixoto, o poeta e magistrado Cláudio Manoel da Costa e os religiosos José da Silva e Oliveira Rolim e Luis Vieira da Silva também faziam parte da conspiração. Embora todas essas figuras das classes privilegiadas da época estivessem muito mais envolvidas com a conspiração do que Tiradentes, este foi o bode expiatório que serviu para poupar os demais da forca.

Os Autos da Devassa mostram que no julgamento dos inconfidentes, o advogado de defesa, nomeado pelo governo colonial, pede clemência para todos os réus. Ele qualifica Tiradentes como insano e libertino e mostra que são suas loucuras que influenciaram os demais conspiradores. Defende também que não houve na prática o levante contra o regime português, uma vez que não há testemunhas de que a conspiração tenha sido posta em prática.

Na obra “A Devassa da Devassa”, o historiador Keneth Maxwell traça um perfil dos principais inconfidentes como pertencentes a uma elite endividada. São esses homens que vêem na perspectiva da independência uma solução para seus problemas financeiros. Para Maxwell, a Inconfidência foi um movimento da oligarquia mineira, que usou o nacionalismo como o ideal nobre que o movia. Socialmente alheio ao grupo idealizador da conspiração e preterido das principais decisões, mas totalmente imbuído dos ideais revolucionários, Tiradentes serviu como o perfeito mártir quando o levante foi descoberto.

Ao fazer de Tiradentes um símbolo do que aconteceria com conspiradores, a Coroa Portuguesa criou um herói que serviu de referência para as lutas pela independência e pela república no Brasil. Durante os séculos 19 e 20, o mito cresceu a partir de versões românticas e nacionalistas que historiadores, escritores, poetas, jornalistas e políticos fizeram da Inconfidência Mineira. De qualquer forma, Tiradentes parece merecer o heroísmo a ele atribuído. Ingênuo ou não, ele foi um dos únicos a ter reafirmado em todas as situações, inclusive no julgamento que o condenou à morte, sua crença nos ideais nobres da Inconfidência.



O que foi a Inconfidência Mineira

A Inconfidência ou Conjuração Mineira foi uma conspiração feita por parte da oligarquia das Minas Gerais entre 1788 e 1789. Afundada em dívidas, sem condições de pagar os tributos e descontentes com a reforma administrativa a ser promovida na capitania pela Coroa Portuguesa, e que lhe tiraria privilégios, a elite mineira via na independência da região uma solução.

Além da situação econômica – causada entre outros fatores pela crise na exploração do ouro na capitania –, a influência das idéias do Iluminismo e o exemplo da independência dos Estados Unidos da América (1776) serviram como combustível para alimentar os sentimentos de revolta. Para atrair a simpatia popular, o levante deveria ocorrer quando o governo colonial aplicasse a derrama, a cobrança dos impostos em atraso.

Antes de tramar a insurreição, a oligarquia mineira passou anos tentando negociar com a Corte uma solução econômica e também a manutenção de seus privilégios na administração da capitania, ainda que esses privilégios onerassem ainda mais a população. Sem sucesso, tramaram então um levante separatista que, inspirado nos ideais do Iluminismo, propunha a constituição de um estado republicano.

O levante previa a mobilização de tropas, que estavam sob o comando dos militares que aderiram à conspiração, para tomada do governo da capitania. No entanto, a suspensão da derrama pelo governo colonial e a traição cometida por um dos inconfidentes, levou à prisão de todos os participantes.


Fontes:
AUTOS DE DEVASSA DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA. Brasília: Câmara dos Deputados. Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais, 1976. 10 v.
AZEVEDO, Silvia Maria. "Tiradentes ou a Canonização de um Herói" in Patrimônio e Memória (revista eletrônica) - http://www.assis.unesp.br/cedap/patrimonio_e_memoria/patrimonio_e_memoria_v1.n1/Artigos/SilviaAzevedo.pdf (2/4/2008)
LIMA E FONSECA, Thaís Nívea de. A Inconfidência Mineira e Tiradentes vistos pela Imprensa: a vitalização dos mitos (1930-1960) in Revista Brasileira de História, volume 22, número 44, São Paulo, 2002 - http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-01882002000200009&script=sci_arttext (31/3/2008)
MAXWELL, Keneth. A Devassa da Devassa - A Inconfidência Mineira: Brasil e Portugal 1750-1808. São Paulo: Paz e Terra, 1995.
STUMPF, Roberta Giannubilo. "A política metropolitana e a elite das Minas às vésperas do ensaio de sedição de 1788-9" in Revista Múltipla, número 16, ano IX, junho de 2004 - http://www.upis.br/revistamultipla/multipla16.pdf#page=41 (3/4/2008)

Sílvio Anaz. "HowStuffWorks - Por que só Tiradentes foi enforcado?". Publicado em 03 de abril de 2008 (atualizado em 18 de julho de 2008) http://pessoas.hsw.uol.com.br/tiradentes.htm (21 de abril de 2010)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Lágrimas de Crocodilo?



De onde surgiu a expressão?
Reprodução

Elas realmente existem e surgem quando o crocodilo passa muito tempo fora da água, fazendo com que suas glândulas produzam uma secreção lacrimal para lubrificar seus olhos. Elas também podem aparecer quando no ato de mastigar sua presa o animal pressiona as glândulas lacrimais. Em ambos os casos, as lágrimas de crocodilo são o resultado de um processo biológico e não têm nada a ver com uma possível tristeza que o réptil estaria "sentindo" naquele momento. Com o passar dos anos, a sabedoria popular consagrou a expressão "lágrimas de crocodilo" como sinônimo de todo choro que parece fingido ou hipócrita.

Editores do HowStuffWorks. "HowStuffWorks - 10 expressões populares animais". Publicado em 06 de abril de 2010 http://pessoas.hsw.uol.com.br/10-expressoes-animais6.htm (19 de abril de 2010)

Flores para alegrar a semana

sábado, 17 de abril de 2010

Muito bom!!!

Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para o outro.


Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.
Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro:


- Meu caro barqueiro, você entende de leis?


- Não, senhor - responde o barqueiro.


E o advogado, compadecido:


- É uma pena... Você perdeu metade da vida!


O barqueiro nada responde.


A professora, muito social, entra na conversa:


- Seu barqueiro, o senhor sabe ler e escrever?


- Também não sei, senhora - responde o remador.


- Que pena... - condói-se a mestra. Você perdeu metade da vida!


Nisso, chega uma onda bastante forte e vira o barco.
O canoeiro, preocupado, pergunta:


- Vocês sabem nadar?


- Não! - responderam eles rapidamente.


- Então, é pena... - conclui o barqueiro.


Vocês perderam toda uma vida!


Desconheço o autor

Todo trabalho é digno e deve ser respeitado. Pense nisso e valorize todas as pessoas com as quais tenha contato.

"Não há saber mais ou saber menos: há saberes diferentes". (Paulo Freire)


Recebi por email do meu amigo James Wagner.

Que encanto!!!

Chapéus

Adoro chapéus - mas vamos combinar...tem que ter estilo para usar.





Chapéu certo para cada formato do rosto”


Rosto oval

Chapéu com aba e copa proporcionais. Neste rosto, um chapéu desproporcional dá a impressão dele ser muito grande em relação ao rosto da pessoa que o usa.

Rosto triangular
Chapéu com aba e copa menores, combinando com a proporcionalidade do rosto triangular.

Rosto alongado
Chapéu com copa média e baixa. Copa alta ou muito alta, não são indicadas. Além de não ficar adequado por causa da altura que atinge o chapéu, ele não fica bem justo e nem bem fixo sobre a cabeça da pessoa.

Rosto quadrado
Chapéu com copa alta e aba mais larga. A pessoa com essa característica costuma ter o rosto um pouco menor verticalmente e um pouco maior horizontalmente. Por isso, um chapéu com copa média ou média-alta, e abas maiores é o ideal. Chapéus com abas menores e copa pequena podem ficar apertados.

Rosto redondo
Chapéu com copa média ou alta e aba proporcional.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Obrigada meninas!!!


Se vcs continuarem com tanto carinho e tantos elogios ao meu bebê, vou acabar estourando rsrsrsrs...mas a Manoela é realmente tudo de bom.
Beijos meus amores e um final de semana maravilhoso...carregadinho de coisas boas!!!